Como analisamos? Por que fazemos assim?

Como operar com e pela palavra em tempos de biologização do sofrimento?

Com esta questão, iniciamos  esta nota com o tema desenvolvido por Alfredo Eidelzstein que esteve em Campinas nos dias 16-18/11/16, para ministrar a conferência "Cómo analizamos? Por qué lo hacemos asi?" na XVI Jornada Corpolinguagem/ VII Encontro Outrarte (Instituto de Estudos da Linguagem- Unicamp).

Além da conferência, ele também ofereceu uma oficina intitulada 'Ciencia <> Psicoanálisis'. Tanto na oficina, quanto na conferência, Alfredo explicitou que a Psicanálise possui uma importante função social por ser o único dispositivo que opera com o sofrimento cíclico; ou seja, que não é biológico, individualista e/ou niilista. Ao mesmo tempo enfatizou que preocupa-se com o fato de que o psicanalista esteja advertido quanto ao paradigma biológico do tempo atual - mente humana em termos biológicos - para que possa atuar de maneira ética e política diante do mal-estar que se apresenta mergulhado neste contexto